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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mourinho fecha plantel

Com a contratação de Coentrão Mourinho terá dado o plantel por fechado. Resta saber se é com ou sem Adebayor, com ou sem Neymar e até com ou sem Fabregas. Isto é importante porque dirá a capacidade dos «merengues» enfrentarem o rival Barcelona. Sem a entrada de nenhum dos três mencionados é caso para dizer, o segundo lugar já ninguém lho tira.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Real Coentrão

Mourinho quis e depois de um impasse, Coentrão já é jogador do Real Madrid. O defesa/extremo esquerdo já se treinará na segunda-feira com Carvalho, Pepe e Ronaldo. Coentrão é um dos melhores laterais do mundo e no Real poderá reforçar essse estatuto sob o  comando de Mourinho. O antigo camisa 18 do Benfica muda-se para Madrid por cerca de 30 milhões de euros. O Benfica garante um bom encaixe que pode servir para ir ao mercado e  pode receber, ainda, um reforço para a defesa. Garay, internacional argentino, é um defesa forte que sai a jogar, lança o ataque e ainda marca bolas paradas. Drenthe, veloz defesa-esquerdo, pode vir emprestado e salva o Benfica de um investimento para contratar um substituto para Coentrão.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mau Negócio, Zé

Lass Diarra está decisivamente de saída do Real Madrid. Má ideia de Mourinho. A segunda má ideia será aceitar o negócio proposto pela Juventus de trocar Felipe Melo pelo citado médio francês. Não que Melo não seja um jogador de qualidade, mas a qualidade no seu caso vem associada a uma dose exagerada de indisciplina. Há muitos outros valores para a posição.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Novela Agüero

O ponta-de-lança argentino do Atlético de Madrid deverá ser um dos nomes mais em foco no mercado de transferência deste Verão. Depois do 'não' «merengue» e do 'sim' «blaugrana', da proposta baixa da Juventus, o Real Madrid volta carga por Agüero. Órfão de uma opção para além de Benzema e Higuain, os «blancos» poderão cometer uma loucura pelo avançado do rival madridista, juntando aos 45M€ Lass Diarra e Álvaro Negredo. Recorde-se que Agüero é um desejo antigo de Mourinho que remonta ao Inter de Milão.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O dom de relativizar

No futebol como na vida é preciso saber relativizar as certezas. Fábio Coentrão ainda há pouco tempo disse que queria ficar toda a vida no Benfica. "Toda a vida" entenda-se, toda a carreira. Hoje afirma que os «encarnados» desejavam a sua permanência mas a mudança para Madrid é uma vontade sua. Parece-se haver uma tradição que dita que quando um jogador diz que não fica para sempre é porque está de malas aviadas.

sábado, 4 de junho de 2011

A ver a banda passar...

O Barcelona deverá avançar para a contratação de Cesc Fabregas e Kun Aguero, gastando mais de 100 milhões de euros nos dois atletas, contrariando as acusações de Pep de que o Real Madrid é que é o gastador milionário. Mas essa não é a questão, a questão é saber como pensa Mourinho fazer frente ao Barça recusando-se a contratar Aguero, recusando Adebayor, vendendo Lass e Canales? É só com Coentrão que resolve os problemas da equipa? Pois não, não é.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Lass de saída


Mourinho prepara uma revolução no plantel «merengue». Com as entradas de Sahin e Hamit estão de saída Lass Diarra e Sergio Canales. Discordo de ambas as saídas. Canales é um jovem de grande talento e o empréstimo assentava-lhe bem melhor. Lass é um médio que cumpriu com qualidade todos os jogos disputados. Mas no Real Madrid as coisas funcionam de forma difusa e Mourinho com milhões para gastar tende a ser incoerente. Nem Hamit nem Sahin têm as características de Lass, é um negócio perigoso o que se avizinha. O propósito é competir com o Barcelona ou não é?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Right man for the job


Zizou será o novo diretor desportivo «merengue». Exatamente o homem que, enquanto adepto madridista, desejava. O jogador perfeito é o homem perfeito para o lugar.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Canales


Sergio Canales é um médio promissor. Com o acompanhamento certo poderá tornar-se num incontornável da seleção espanhola e um jogador preponderante no meio-campo «merengue» (há algo de Guti no jovem espanhol). Mas o Real Madrid não é dado a fazer crescer jogadores e Mourinho parece ter-se tornado num excêntrico, não contando com o médio para a próxima época. Rumores ligam-no ao Villareal. Melhor seria emprestar o jovem médio. Mas o Real não tem emenda, veja-se José Callejón, dispensado do clube e agora recontratado.

domingo, 24 de abril de 2011

Mestalla Blanco, parte 2, sob a batuta de Kaká


De regresso ao lugar onde muito recentemente foram felizes, os «merengues» despacharam os da casa por expressivos 6x3. Tal foi a avalanche «blanca» que ao intervalo já havia adeptos «ché» a abandonar o Mestalla.

Necessitando de gerir esforços, Mourinho levou a casa do terceiro classificado um 11 alternativo que, em nome da verdade, de alternativo tinha pouco, basta olhar o trio atacante: Kaká, Benzema e Higuaín. Uma frente de luxo. Ora, foram precisamente estes três homens que desmontaram toda a equipa valenciana, podendo afirmar que o resultado chega a ser curto tanto que foi o futebol produzido pelo Real Madrid. Mais do que o hat-trick de Higuaín no seu regresso aos golos, mais do que o expressivo resultado, o que fica do jogo foi a estrondosa exibição do médio-ofensivo brasileiro Kaká, marcada por dois golos e duas mãos cheias de passes de sublime efeito que deixam água na boca para a reta final da época. Há um gostinho a Kaká para os duelos com o Barcelona? Esperemos que sim.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Mestalla Blanco


O Mestalla em Valência foi palco da grande final da Taça do Rei entre os dois maiores clubes de Espanha e, provavelmente, os dois melhores clubes da atualidade. Num palco neutro e a meio caminho entra a capital espanhola e a capital do país que se quer independente, jogou-se o segundo dos 4 duelos seguidos Barça-Madrid, que mais parecem assaltos de um combate de boxe, tal é a periodicidade dos eventos.

Para o Barcelona esta era mais uma oportunidade de tentar repetir o feito de conquistar todas as provas em competição. Para o Real era o sonho de voltar a levantar o caneco que lhe fugia há dezoito longos anos. Para Mourinho a oportunidade perfeita de colocar os «merengues» de novo na rota dos troféus e erguer a quarta taça nacional em quatro países diferentes. E se o sonho comanda a vida, ontem também se vestiu de branco.

A guerra psicológica Guardiola - Mourinho teve mais um capítulo e, como vem sendo habitual, nos momentos decisivos a sorte sorri ao técnico português. Pep disse que precisava apenas de cinco minutos para compreender a tática de Mou. Mas compreender não significa contornar e isso ficou ontem muito claro. O Real Madrid entrou coeso e muito forte no jogo, dominando totalmente a primeira parte apanhando o Barça totalmente de surpresa. Valeu aos «blaugrana» a total ineficácia de Cristiano Ronaldo (que fez 90 péssimos minutos, guardando-se para o prolongamento) e o poste da baliza de Pinto a cabeceamento letal de Pepe. O Barcelona subia no terreno apenas aquilo que o Real lhe permitia fazer.

Na segunda parte a história foi outra. Se tradicionalmente o intervalo faz bem às equipas de Mourinho, ontem a coisa foi inversa, e os «blaugrana» entraram na segunda parte determinados a levar o rival de vencido. O Real pareceu sempre cansado e o Barcelona teve boas oportunidades de marcar, foi valendo Casillas e o imperial Ricardo Carvalho. Tudo empatado ao cabo de 90 minutos.

O prolongamento trouxe mais do mesmo: equilíbrio, agora com ligeiro pendor para o Real. Guardiola ia mexendo na equipa, Mourinho retraia-se nas substituições. Até que a grande cruzamento de Di Maria Ronaldo aparece para com uma cabeçada à Jardel fazer o golo que valeria o título aos «merengues». Adebayor e Ronaldo haveriam de ter boas oportunidades para ampliar a vantagem mas - exceção feita ao notável cabeceamento de CR7 - esta não era uma noite de veia goleadora.

O Real Madrid foi justo vencedor, aparecendo coeso, impedindo o Barcelona de fazer o que melhor faz: trocar a bola. Ficou ontem claro que o Real de Mourinho reúne todas as condições para retirar a distinção de melhor equipa do mundo ao Barcelona assim que for capaz de manter a coesão que ontem apresentou e trocar a bola no miolo de jogo como troca no ataque, mesmo que não seja ainda esta época. Os próximos assaltos estão para breve.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Quem ficará indiferente?


Camp Nou é palco, daqui a cerca de oito horas, do embate entre o Barcelona e o Real Madrid. O dérbi dos arqui-inimigos está este ano apimentado pelo confronto entre José Mourinho e os adeptos catalães, que se junta aos já tradicionais duelos entre Cristiano Ronaldo e Messi, Xabi Alonso e Iniesta, etc. Será sem dúvida um jogo eletrizante. O Barcelona não quer deixar de tentar humilhar o rivais «blancos» e os «merengues» com Mou não gostam de perder nem a feijões. CR7 será caçado o jogo todo por Piqué e Puyol o que poderá deixar espaço para Di María, Ozil e Higuaín. Ao contrário, haverá intensa vigilância a Messi o que poderá abrir espaço para Villa e Pedro. Da minha parte não há dúvidas, cito CR7: "que vença o melhor e o que o melhor seja o Real Madrid".

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Apesar de Inzaghi Real qualifica-se


Pippo Inzaghi é um matador à moda antiga em tempos modernos. Tivessem a sua capacidade finalizadora alguns dos aclamados pontas-de-lança atuais e os golos voltariam a polvilhar pelos relvados. Aliás, tivesse a seleção portuguesa um matador com metade do faro de Inzaghi e a nossa história era outra. Apesar dos 37 anos o já melhor marcador da Europa cumpriu a profecia de Mourinho e saltou do banco para pregar um valente susto aos "merengues", susto que só passou com o golo do empate de Pedro León. Pese o empate em Milão, o Real Madrid já está qualificado para os oitavos da prova.

sábado, 23 de outubro de 2010

Festa de Branco


Festival «merengue» no Santiago Barnabéu ao nível do Cirque du Soleil. A "mou-team" recebeu o Racing Santander e venceu por expressivos 6x1 (!) com quatro golos de Cristiano Ronaldo, um de Ozil e um de Higuain (a quem coube a honra de abrir o marcador). Sobre a partida não há muito para contar para além do resultado, da excelente partida do coletivo madridista, sempre pressionante e a saborear o seu próprio futebol. Um palavra final para o Racing que apesar da pesada derrota manteve-se sempre fiel ao fair-play.

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